Você já reparou como há pessoas que querem uma norma, uma lei, um tratamento totalmente diferenciado, cheio de benefícios para si mesmo e outra norma, outra lei, outro tratamento, agora sem nenhum benefício para outras pessoas?
Já reparou quantas pessoas querem vantagens para si e criticam essas mesmas vantagens quando dadas a outrem? Já viu quantas pessoas acham justo que se abram exceções quando se trata de beneficiar a si mesmas e negam qualquer exceção aos outros?
Você já reparou como certas pessoas se esquecem com facilidade dos benefícios que receberam no passado e são as primeiras a criticar algum benefício dado a outrem no presente?
O senso de justiça de muitas pessoas parece ser diretamente proporcional aos benefícios que querem para si e que negam aos outros. Elas não enxergam a incoerência de suas argumentações quando se acham cheias dos mesmos direitos que exigem e que não dão aos outros.
Para se ter um ambiente de trabalho sadio, propício à inovação e à criatividade, onde as pessoas se sintam bem e tenham vontade de dar o melhor de si, é preciso, no mínimo, coerência e justiça. É preciso que benefícios sejam dados segundo um critério de mérito e equidade - a verdadeira meritocracia - onde todos tenham as mesmas oportunidades de crescer, os mesmos direitos e deveres inerentes a cada função ou atividade. Não se trata só de igualdade, mas sim de equidade. Trata-se de permitir a cada um que desenvolva seus talentos e permitir que todos tenham a oportunidade de desenvolvê-los.
Um chefe nunca pode perder a sensibilidade de subordinado que foi um dia, para assim ajudar seus liderados a crescer, sem o medo da concorrência deles, ou de perder o seu lugar, dando o mérito a quem faz, dando crédito a quem realiza, reconhecendo o valor de cada um. Um chefe tem que ser, antes de tudo, justo. E justiça significa reconhecer a unidade na diversidade e fazer valer a mesma lei para todos e não “uma lei para você e outra para mim”.
Pense nisso. Sucesso!

Nenhum comentário:
Postar um comentário